If 5 Year Olds Can Make Espresso…

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24 anos depois

… 24 anos depois.

demais.

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LINDA

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hold it against me

toda vez que tento me explicar não sou eu mesma e tudo continua igual e tão claro na minha cabeça que só fica errado da boca pra fora porque fico tentando explicar o que cada um vai entender como quiser.

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is this lady gaga in a previous life? – top 3

ontem, esse post no blog da julia petit (affff) me chamou atenção pra fazer um investigation na vida da dale bozzio. ela é linda, maravilhosa, MAGRA, é declaradamente a pricipal influência vocal da gwen stefanni, além de, é claro, i-gual a lady gaga.

mais uma coisa que é igual a lady gaga. sabe que depois que a lady gaga surgiu, eu não consigo mais ver nada sem pensar que ela já fez igual? o orlando bloom inclusive conseguiu sintetizar isso que acontece no twitter dele esses tempos:

não que eu não goste dela, muito pelo contrário. mas é que quando eu acho que já conheço as principais influências pop dela, me deparo com uma dale bozzio da vida.

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Melancholia

Desde quando vi o trailer achei a alegoria de um planeta chamado Melancolia atingindo a terra maravilhosa. Um planeta não é um asteróide ou um terremoto, portanto não é uma catástrofe tão instantânea ou isolada. É um planeta maior que engole a Terra aos poucos. Seria como morrer na barriga de uma baleia: vivemos dentro dela antes do fim. E mesmo vendo o fim no começo do filme, não temos certeza dele até que chegue.

É interessante imaginar como as pessoas agiriam perante um fim eminente, que pode ser meramente a própria morte. A morte coletiva do fim do mundo, no entanto, tem um peso diferente. O que significa morrermos juntos? Significa não morrermos sozinhos? Mas se morrermos todos, quem chorará por nós? Qual será, portanto, a morte mais solitára?

No “belo filme sobre o fim do mundo”  – nas palavras do próprio Lars Von Trier – assim como na astrologia, os planetas regem a realidade. As pessoas não controlam o que sentem. Para a personagem de Kirsten Dunst, que olhava muito para o céu e via o astros, era difícil fingir que estava feliz no dia que é supostamente de êxtase na vida de uma mulher: o dia do casamento. Mas sorria muito, como se fosse graciosamente boa ou burra.

Com o passar das horas, o comportamento previsivelmente errado de todos os envolvidos arruinaria o casamento do ponto de vista de quem pagou as contas para não ver ninguém chorando. A festa é como uma água parada atingida por gotas que quebram a superfície formando círculos de ondas que encontram outras ondas de outros círculos. Resultado: o casamento começa e acaba na própria festa.

Na segunda parte, cujo foco é a personagem de Charlotte Gainsbourg, estão os últimos momentos da antecipação do fim. A relação dela com a internet é supervisionada pelo marido, como se fosse o contato com a verdade, ou com aspectos menos desejáveis dela. Para o caso de o pior acontecer, a personagem compra um vidro de calmante, não se sabe se para manter a calma ou se para um suicídio que serveria a uma ilusão de escolha e fuga.

Nessa parte, Kirsten Dunst interpreta ela mesma ao encarnar os sintomas da depressão. Já ouvi falar de um caso no outro lado da família de uma parente minha. A mulher tinha dois filhos pequenos, ficou magra como um palito, não tomava banho e não saía de casa. Além disso, diziam que ela estava contagiando todos que viviam com ela. Isso bem se vê na cena do jantar, que parece delicioso, mas tem gosto de cinzas para a deprimida, que cai em prantos e estraga a refeição dos outros.

A presença da melancolia é constante, mas podemos tentar desviar o olhar não entrando na internet, ou manter a calma tomando remédio, ou acreditar por alguns minutos que tudo está bem para que o jantar seja agradável. Para Lars Von Trier, ela é um planeta muito maior que a Terra do qual não temos como fugir.

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brasileiro tocou pra Amy

um brasileiro tocou com a Amy em Londres.

lembro dessa notícia.

veja o depoimento do carioca em vídeo no globo.com.

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Cynthia Nadir

ela também tinha uma tatuagem com o nome da avó que morreu.

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Amy Love

Já se passaram dois dias sem ela no mundo? Aquela que era muito feia, com uma voz rachada que não me agradava, com uma abordagem meio brega do soul e do junkie?

Depois nunca mais pude usar o meu aplique porque ela ficou famosa. Não gostava de ser comparada com ela, assim como ela não gostava de ser comparada com Billie Holiday. Mas nós duas gostávamos de Shangri-las.

Depois  descobri que tínhamos em comum muito mais do que eu pensava e muito mais do que eu gostaria. Tivemos a mesma idade no mesmo período de êxitos e fracassos – seus prêmios, meus diplomas, nossos problemas.

Disse aos 27 anos e um mês de idade que morreria feliz. Acho que essa é a diferença entre nós: ainda não posso dizer que floresci, e ela se foi antes de murchar.

Fico com a hipótese do suícidio virginianamente planejado. Tinha sido vaiada, estava doente e sob muita pressão para lançar o tão esperado novo trabalho, levou um  não quando pediu o cineastinha em casamento, o ex teve filho com outra… Então escolheu a data: 23 de julho de 2011, trigésimo terceiro aniversário da atual mulher do seu amado ex. Que belo fantasma! É genial: nos aniversários dela, a vaca se lembrará da sua morte para sempre, jade mermaid! Nos aniversários dela, ele vai chorar no seu túmulo.

Se tiver realmente deixado material para 3 discos inéditos, contando com um de ska ou reggae resultado do  retiro caribenho, vou  admirá-la mais pela música. Se não, mais pelo bom gosto e personalidade de bruxa queimada.

D.E.P.

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momento de fúria ♥

eu sei o que é ficar quatro horas esperando pra ser atendida num hospital. só não sabia que a fiança por sair quebrando tudo é de apenas 300 reais! da próxima vez não hesitarei!!

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